Os 4 motivos pelos quais todos querem fazer voluntariado

Fazer a diferença é o principal motivo, mas melhorar algumas habilidades pessoais e até melhorar o currículo também entram nessa lista

O trabalho voluntário costumava ser visto apenas como um tipo de caridade, mas os benefícios para quem o pratica vão muito além de ajudar o próximo por desprendimento.

É claro que o crescimento pessoal é uma das consequências mais diretas dessa atividade. Mas, apesar de o voluntariado não ser remunerado, os que atuam nesse tipo de projeto têm retornos em muitos campos, até mesmo em sua vida profissional.

Para quem quer dedicar algumas horas de seu tempo para fazer a diferença, os tipos de trabalho voluntário são os mais diversos: existem projetos ligados a educação, a assistência social, a ecologia e até a construção de moradias para pessoas carentes.

A verdade é que o motivo porque fazer voluntariado muitas vezes é realizar um sonho, como o de dar aulas ou viajar para lugares diferentes.

POR QUE FAZER VOLUNTARIADO? AJUDAR AOS OUTROS E A SI MESMO

CONHECER PESSOAS QUE SE IMPORTAM

Que escolhe fazer voluntariado passam a conhecer pessoas que também compartilham da ideia de que todos somos responsáveis por fazer algo mais e defender uma causa.

Além de um círculo de amizades interessantes, os voluntários também podem achar contatos profissionais: é normal que um voluntário ajude os outros também neste campo, ainda mais com esta crise que estamos passando, fazendo indicações.

Além disso, participar do voluntariado mostra novas perspectivas e abre os olhos das pessoas para realidades que desconheciam. Isso promove o desenvolvimento de novas habilidades e ensina outras formas de resolver problemas, que podem ser usadas, também, no campo pessoal e profissional.

LIDAR COM A DIVERSIDADE E SE COMUNICAR MELHOR

Os voluntários acabam tendo contato com pessoas diferentes, com as quais não estavam acostumados a lidar. Isso faz com que desenvolvam uma comunicação mais clara e objetiva, e aprendam também ouvir.

Pessoas tímidas ou aquelas que têm dificuldade de trabalhar em equipe e até mesmo de falar em público podem encontrar no voluntariado uma maneira de vencer essas barreiras e, ao mesmo tempo, ajudar quem precisa de apoio.

SER VOLUNTÁRIO DEVE FAZER PARTE DE SEU CURRÍCULO

Pode parecer mesquinho, à primeira vista, fazer voluntariado porque isso vai beneficiar seu currículo, da mesma forma como falar inglês fluente ou ter um MBA, por exemplo.

E se esse for o único motivo para a pessoa se voluntariar, realmente não faz nenhum sentido e, com certeza, seus esforços serão pouco aproveitados.

Mas não devemos esquecer que participar do voluntariado também é uma forma de trabalho e, muitas vezes, é o estopim para uma vocação ou para um jovem se identificar com alguma área profissional.

Algumas empresas até suportam financeiramente os trabalhos voluntários. Dessa forma, uma pessoa que está no voluntariado pode conhecer e se identificar com os valores de uma empresa ao notar que defendem as mesmas causas, criando um vínculo que pode, no futuro, se transformar em uma oportunidade de emprego.

VIAJAR PELO MUNDO

O trabalho voluntário não precisa acontecer apenas no Brasil: existem muitas ONGs mundiais que promovem o trabalho voluntário no exterior [ http://blog.descubraomundo.com/morar-no-exterior/trabalho-voluntario-no-exterior/ ], sendo uma oportunidade para que os indivíduos, além de ajudar, possam conhecer outras culturas.

Há pessoas que começam como voluntários no seu próprio país, mas pelo empenho acabam sendo convidados pela ONG para conhecer ou até para realizar projetos que envolvam outras nações, como ser voluntário na África , por exemplo.

DEPOIMENTO DE QUEM JÁ FEZ VOLUNTARIADO

O Instituto História Viva é um exemplo de como o voluntariado é gratificante para quem o realiza.

Em seu site é possível ler depoimentos como o de Luzia Heyn, cuja decisão de ser contadora de histórias se deve ao seu desejo de que sua deficiência física não se tornasse algo que a impedisse de ajudar aos outros. Outra voluntária do instituto é Marina Pisin Loyola, cuja mãe faleceu e, para poder se sentir melhor e mais útil após o luto, passou a ser contadora de histórias.

Escrito por DEBORAH

http://www.segs.com.br

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