Convite para lançamento do livro Coaching – Aceleração de Resultados

imagem painel

Rebeca Toyama, a palestrante do último encontro, convida para pré-lançamento do seu livro:

“Após cinco anos dedicados à criação e desenvolvimento do Coaching Integrativo fui convidada a escrever sobre o tema no livro Coaching: aceleração de resultados que terminou de ser lançado pela Editora Ser Mais.
https://www.editorasermais.com.br/loja/index.php/coaching-acelerac-o-de-resultados.html
E para compartilhar esse momento especial com pessoas queridas como você, organizamos um coquetel de pré-lançamento no dia 22 de outubro das 19h às 22h aqui na Academia de Coaching Integrativo.
Em novembro teremos o lançamento aberto ao público na Livraria Cultura, mas prefiro receber meus amigos antecipadamente, em nossa casa.
Para garantirmos a segurança e qualidade que você merece no evento, é importante que você confirme sua presença no link: https://pt.surveymonkey.com/r/FV7WLYT
Seus acompanhantes também são bem-vindos, basta realizar a confirmação juntamente com a sua.
Local: Av. Francisco Matarazzo, 1752 23º andar – cj 2317, Barra Funda, São Paulo.
Estacionamento Estapar no local. Para quem está na Avenida Francisco Matarazzo (sentido Avenida Pompeia), o Condomínio Casa das Caldeiras fica a direita, seguir na mesma Avenida contornando o prédio e entrar na primeira rua à direita (rua sem saída). Entrar no segundo estacionamento à direita que é do Condomínio Comercial Casa das Caldeiras.
Ficarei imensamente feliz em te ver por aqui. “

Competências e Responsabilidades de um Gestor de Voluntariado

Hoje o encontro do Grupo de Estudos teve uma manhã muito rica de trabalho.

Aproximadamente 30 gestores de programas de voluntariado ouviram a palestra da coach Rebeca Toyama da GFAI Coaching e refletiram sobre seu papel e desenvolvimento.

Veja a  palestra na íntegra: 151006_gfai_palestra_Competências e Responsabilidades de um Gestor de Voluntariado

Após a palestra os participantes discutiram em grupos como desenvolver os temas: liderança, comunicação, resiliência e parcerias.

Em breve publicaremos essas discussões sistematizadas.

Estudo revela que a cada dez brasileiros, três já atuaram como voluntário

Pesquisa da Fundação Itaú Social e do Instituto DataFolha ouviu cerca de 2 mil brasileiros; sensação de bem estar, de utilidade e gratificação pessoal são principais motivações apontadas por quem é voluntário

Uma pesquisa da Fundação Itaú Social, realizada pelo Instituto DataFolha, revelou que três em cada dez brasileiros já realizaram ações voluntárias. O estudo, divulgado essa semana, ouviu 2.024 brasileiros, em 135 municípios, entre os dias 9 e 12 de setembro deste ano. A amostra representa todas as regiões do país. Segundo a pesquisa, 28% dos brasileiros declararam já haver participado de trabalhos voluntários, sendo que 11% continuam atuando voluntariamente. A falta de tempo foi o principal argumento para 40% dos 72% que nunca atuaram voluntariamente, e para os 42% que deixaram de praticar o voluntariado. Os entrevistados também apontam outras razões para justificar o distanciamento do tema: nunca foram convidados a participar de uma ação voluntária (29%), nunca pensaram nessa possibilidade (18%) e não sabem onde obter informações a respeito desse tema (12%).

De acordo com o vice-presidente da Fundação Itaú Social, Antonio Matias, a pesquisa mostra que há grande potencial para a expansão do voluntariado no país. “Com estímulo e disponibilização de informações, é possível ampliar consideravelmente o engajamento dos brasileiros”, avaliou o executivo. Segundo Matias, as empresas têm um papel importante neste processo. “Desde 2003, mantemos o programa Voluntários Itaú Unibanco com a perspectiva de estimular os colaboradores do banco a contribuir, por meio de sua atuação junto a causas sociais, com a superação de desigualdades e com o desenvolvimento do país. Hoje contabilizamos mais de 10 mil colaboradores em nossa rede de ações sociais”, disse.
Terreno para avançar, não falta. A pesquisa identificou que 58% dos brasileiros se dizem um pouco ou muito dispostos a realizar atividades voluntárias. Além disso, apesar de 79% da população apresentar grande disposição para realizar doações, sete em cada dez brasileiros afirmam que doar dinheiro ou coisas não substitui a atividade voluntária.

Segundo o levantamento, praticamente não há distinção entre os gêneros no que diz respeito à ação voluntária: 51% dos que já atuaram são homens e 49% são mulheres. Cerca de metade dos voluntários possuem ensino superior completo e dois em cada cinco pertencem às classes econômicas A e B. Mais da metade dos que seguem atuando então entre 35 e 50 anos de idade. Outro dado significativo revelado pela pesquisa é que oito em cada dez jovens de 16 a 24 anos nunca se envolveram com voluntariado. “Estratégias de estímulo à participação solidária desde o início da vida escolar podem promover um maior engajamento na juventude”, afirmou Matias.
A pesquisa também investigou as razões que motivam a atuação voluntária e os benefícios verificados pelos praticantes. Para o grupo dos que já realizaram alguma atividade, 55% apontaram como principal motivação para o engajamento a vontade de ser solidário e 18% o fizeram por incentivo ou influência de pessoas ou instituições. A sensação de bem estar (51%), de sentir-se útil (40%) e a gratificação pessoal (37%) foram apontados como as principais satisfações de se praticar atividade voluntária.

De acordo com o estudo, instituições religiosas seriam as principais fontes às quais os brasileiros recorreriam para obter informações para virem a ser voluntários. Em seguida, foram apontados os seguintes meios: internet, associações de bairro, amigos e parentes, pessoas que já exercem atividade voluntária e televisão. Revistas e órgãos públicos seriam os menos procurados.
A pesquisa também procurou verificar o que motivaria as pessoas, que não tem envolvimento com essa atividade, a se tornarem voluntárias. Os resultados mostram que 38% se envolveriam por solidariedade, 12% para realizar atividade voluntária específica, 6% o fariam por satisfação pessoal, outros 6% por disponibilidade de tempo e 2% atuariam voluntariamente se fossem incentivados a fazê-lo ou tivessem companhia para a atividade. Quando indagada sobre uma hipotética e futura atuação voluntária, a maior parcela da população afirma que desempenharia qualquer atividade (43%), mas também relacionada a alguma habilidade que possui (22%) ou à sua formação/trabalho (20%). O tipo de atividade que mais gostariam de fazer são ações relacionadas a saúde (31%), educação (24%), doação de sangue (22%), proteção de animais (22%) e atividades esportivas (20%).

A percepção dos brasileiros sobre voluntariado tende a ser positiva. A maioria da população de 16 anos ou mais discorda de que ajudar quem precisa é papel do governo e que as pessoas não têm obrigação de fazer atividade voluntária (63%). E 77% concordam que amparar as pessoas que precisam de ajuda é razão importante para um indivíduo decidir ser um voluntário.