Apresentações 3 de outubro: voluntariado empresarial e as questões raciais

“Cada um de nós é multidimensionalmente diverso”  André Tapia

ODS 10

Que consigamos respeitar o próximo na troca de um olhar. Que esse olhar não veja deficiência, raça ou diferença. Que seja um olhar de humanidade, que nos preencha com amor e nos faça agir através de ações que sustentem o crescimento de todos.” – Claudia Lara

http://www.odsarte.pr.gov.br/pagina-10.html

Qual será o caminho no dia a dia para compreender a diversidade em todos os seus aspectos: raciais, gênero, religioso, cultural, etc?  O Caminho é traçado por meio de: empatia, diálogo, consciência dos seus aspectos, respeito a diferença de opiniões e a prática! Diversidade é a mistura e inclusão é fazer misturar.

Engajamento  e voluntariado são facilitadores da inclusão!

Apresentação do Grupo de Voluntariado Empresarial:

apresentação GRUPO DE ESTUDOS 3 de outubro

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Palestrantes:

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Liliane Rocha Gestão Kairos

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Angélica  Souza e  Guilherme Françolin da Santo Caos

Apresentação SANTO CAOS com a dinãmica de grupo VOLUNTARIADOblack_in_relatorio_completo (2)

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Aloizio Ribeiro Lima do Lefosse Advogados.

Aloizio compartilhou a experiência de mentoria de voluntários que apoiam o Programa Incluir Direito do  CESA – Centro de Estudos das Sociedades de Advogados

http://www.cesa.org.br/projeto_incluir_direito.html

http://www.justificando.com/2018/03/01/projeto-que-busca-diminuir-desigualdade-racial-na-advocacia-e-premiado/

Manifesto Incluir Direito CESA

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Voluntariado nas Situações Emergenciais e Desastres

Reunindo aqui alguns manuais e materiais para inspirar a formação de voluntários em situações emergenciais e desastres naturais.

eBook-Acoes-Emergenciais V2V

Manual do Projeto Força Voluntária IVA

SOS COMUNIDADE Instituto C&A

Neste terceiro aniversário dos ODSs, na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou em seu discurso inaugural que a velocidade do aquecimento global tem provocado emergências no mundo todo, enquanto líderes dos países enfatizaram suas vulnerabilidades no que se refere a esse tema.

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Muitos líderes contaram os problemas e conquistas de seus países.

Eles também enfatizaram o papel dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que buscam eliminar uma série de problemas sociais de maneira ambientalmente sustentável até 2030, e da ONU em obter as parcerias globais necessárias para combater as mudanças climáticas e resolver uma série de outros problemas, incluindo a atual crise migratória global.

“O Peru é um dos países mais vulneráveis”, disse o presidente peruano, Martin Vizcarra Cornejo. “Nossa enorme biodiversidade é o principal capital natural sobre o qual dependemos e, portanto, as mudanças climáticas e os eventos climáticos extremos como as secas e as inundações nos colocam em uma posição particularmente vulnerável”.

O presidente mexicano, Enrique Pena Nieto, enfatizou a importância de implementar o Acordo de Paris para o clima, que busca evitar os efeitos mais catastróficos das mudanças climáticas ao manter o aquecimento global abaixo dos 2 graus Celsius e acima dos níveis industriais no fim do século passado.

A presidente das Ilhas Marshall, Hilda Heine, uma pequena nação do Pacífico que está pouco mais de um metro acima do nível do mar e que está ameaçada de desaparecimento pela elevação do nível dos oceanos, pediu a implementação urgente do Acordo de Paris para o clima. “O futuro das Ilhas Marshall está em cheque”, disse. “Mas não é apenas nós, (…) mesmo que sejamos uma das mais vulneráveis. Estamos em risco junto com outras pequenas ilhas dos Estados desenvolvidos, muitos outros países enfrentam sérios desafios diante dos impactos climáticos.”

O presidente das Ilhas Seychelles, Danny Faure, alertou que a paz e a prosperidade não podem ser dissociadas dos efeitos das mudanças climáticas, e sua ameaça existencial ao mundo como um todo. “Negligenciar os efeitos das mudanças climáticas passará às próximas gerações um mundo sem solução”, disse.

Falando do espectro oposto ao dos países insulares, o presidente Sooronbay Jeenbekov, do Quirguistão, alertou que as mudanças climáticas estão tendo um impacto crescente nos glaciais e nos recursos aquíferos em seu país, contribuindo para o crescimento dos desastres naturais.

Muitos palestrantes declararam seu apoio ao Pacto Global para as Migrações. “Estamos ansiosos com sua adoção no Marrocos ainda este ano”, disse o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, lembrando que a migração irregular não é apenas a consequência dos conflitos, mas efeito das mudanças climáticas e da falta de oportunidades nos países de origem, chamando as mudanças climáticas como “um dos maiores desafios de nosso tempo”.

https://nacoesunidas.org/

Voluntariado: prática e reconhecimento na Educação

Estamos caminhando para um grande movimento de Educar para a Cultura do Voluntariado no nosso Brasil. Foi publicada a resolução no MEC- Ministério da Educação com orientações para que isso aconteça nos ensinos Básico e Universitário.

A Resolução visa promover a participação dos estudantes brasileiros em ações de voluntariado, bem como dar diretrizes para que as escolas e universidades possam computar nos currículos acadêmicos as horas de trabalho voluntário dos alunos, fomentando a prática. Além disso, a diretriz busca promover a utilização dos espaços escolares e universitários para ações voluntárias.

Publicado em: 12/09/2018 Edição: 176 Seção: 1 Página: 147

Órgão: Ministério da Educação/Conselho Nacional de Educação/Secretaria Executiva

RESOLUÇÃO Nº 2, DE 11 DE SETEMBRO DE 2018

Institui diretrizes da educação para o voluntariado na Educação Básica e Superior.

O Presidente do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no art. 9º, § 1º, alíneas “g”, bem como no § 2º, alínea “h” da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, e com fundamento nos artigos 1 a 3 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, no Decreto nº 9.149, de 28 de agosto de 2017 e tendo em vista o Parecer CNE/CP nº 5, de 8 de maio de 2018, homologado por Despacho do Ministro de Estado da Educação publicado no Diário Oficial do União de 29 de agosto de 2018, e

CONSIDERANDO que o art. 1º da Constituição Federal, que estabelece que a República Federativa tem como fundamentos, entre outros, a cidadania e os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e, em seu art. 3º, postula como um dos objetivos fundamentais da República Federativa a construção de uma sociedade livre, justa e solidária;

CONSIDERANDO A Lei nº 9.394/96, que determina, no art. 1º, no § 2º, que a educação escolar deverá vincular-se à prática social e dispõe no art. 3º que o ensino será ministrado com base, entre outros, no princípio da valorização da experiência extraescolar;

CONSIDERANDO o Decreto nº 9.149/2017 que define a importância da promoção do voluntariado e de todas as formas de colaboração solidária e cidadã que contribuam para a formação humana dos estudantes brasileiros, resolve:

Art. 1º A presente Resolução estabelece diretrizes nacionais para o voluntariado de estudantes no âmbito da Educação Básica e Educação Superior, a serem observadas pelos sistemas de ensino e suas instituições.

Parágrafo único. As diretrizes são definidas de forma ampla, de modo a contemplar a diversidade de projetos pedagógicos dos cursos existentes e futuros.

Art. 2º O voluntariado se refere às ações de estudantes que, devido a seu interesse pessoal e espírito cívico, dedicam parte do seu tempo, sem remuneração, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de promoção de bem-estar social, ou outros campos demandados pela própria sociedade.

Parágrafo único. O serviço voluntário não gera vínculo empregatício, nem obrigação de natureza trabalhista-previdenciária ou afim e deve ser exercido mediante a celebração de termo de adesão entre a entidade, pública ou privada, e o prestador do serviço voluntário, conforme estabelecido na Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998.

Art. 3º O voluntariado na educação, com a finalidade de apoiar o desenvolvimento do educando e seu preparo para o exercício da cidadania, formando agentes de transformação social, fundamenta-se nos seguintes princípios:

I – participação cidadã e responsabilidade cívica;

II- responsabilidade social, solidariedade e a corresponsabilidade na transformação social;

III – fomento à cultura de paz, o respeito ao bem comum e o apreço à tolerância;

IV – engajamento com a comunidade e o compromisso com seu desenvolvimento;

V – estímulo às práticas sociais articuladas com a realidade local.

Art. 4º As atividades de voluntariado possibilitarão ao aluno o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem e o aprimoramento do educando como pessoa humana, tendo em vista a formação de atitudes e valores, fomentando o desenvolvimento da autonomia intelectual e o pensamento crítico, especialmente nas relações com as comunidades locais e nas atividades complementares de cursos superiores.

Art. 5º As Instituições de Educação Superior estimularão atividades voltadas para o voluntariado, em diálogo com as necessidades das comunidades locais e os segmentos sociais em situação de vulnerabilidade social, assim como com a sociedade civil organizada e o poder público.

Art. 6º Os sistemas de ensino e as Instituições de Educação Superior fomentarão ações de voluntariado de forma articulada aos currículos escolares, podendo inclusive computar as horas de atividades voluntárias de forma integrada às disciplinas, com o objetivo de estimular o desenvolvimento do currículo social do educando, tendo como princípios orientadores o desenvolvimento integral dos educandos e a articulação com as comunidades locais e o entorno escolar.

Art. 7º O voluntariado, de forma ampla, poderá ser considerado para a construção dos Planos de Desenvolvimento Institucionais (PDI); dos Projetos Político-Pedagógicos (PPP); dos Programas Pedagógicos de Curso (PPC) e dos Regimentos Escolares das Instituições de Educação Superior.

§ 1º O cômputo de horas de atividades voluntárias em currículos das etapas da educação básica ou em currículos da educação superior deverão respeitar as cargas horárias mínimas curriculares estabelecidas na legislação educacional para cada caso.

§ 2º As atividades voluntárias, quando previstas em currículos pedagógicos, serão sempre consideradas como atividades extraordinárias, portanto, acessórias, aditivas e complementares ao conteúdo curricular mínimo obrigatório exigido pela regulação específica.

Art. 8º Os sistemas de ensino poderão utilizar os espaços e infraestruturas disponíveis para a realização das atividades de trabalho voluntário visando integrar os educandos às comunidades locais e ao entorno escolar.

Art. 9º Os sistemas de ensino fomentarão, bem como divulgarão experiências bem-sucedidas de voluntariado, realizadas no âmbito das escolas e instituições de ensino superior.

Art. 10º Os sistemas de ensino e suas instituições poderão desenvolver mecanismos de reconhecimento e incentivo aos educandos e à comunidade acadêmica para estimular as ações de voluntariado, respeitada a legislação vigente.

Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

EDUARDO DESCHAMPS

http://www.imprensanacional.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/40506790/do1-2018-09-12-resolucao-n-2-de-11-de-setembro-de-2018-40506773

 

Vale também reforçarque esse compromisso escolheu uma data importante para ser firmado em cerimônia com o Programa Viva Voluntário nas comemoração ao Dia Nacional do Voluntariado, no Palácio do Planalto, em Brasília; para que  escolas e universidades possam, pela primeira vez, computar nos currículos acadêmicos as horas de trabalho voluntário dos alunos, e assim fomentar cada vez mais essa prática. As atividades curriculares ligadas ao voluntário poderão ser acrescentadas à carga-horária mínima, por iniciativa da instituição de ensino, e ser contadas a mais, inclusive, no histórico escolar do aluno. Na Educação Básica, no entanto, a carga horária do voluntariado deverá ser realizada além da carga-horária mínima. De acordo com a resolução homologada, as atividades voluntárias, quando previstas em currículos pedagógicos, serão sempre consideradas atividades extraordinárias, portanto, acessórias, aditivas e complementares ao conteúdo curricular mínimo obrigatório exigido pela regulação específica.Uma grande oportunidade  de trazer o voluntariado para dentro dos  currículos, se desejado pela instituição e, logicamente, pelo próprio voluntário.

“Mais do que trazer os educandos brasileiros para o voluntariado, é o que o voluntariado pode fazer pela educação, pela transformação da educação do Brasil”, Ministro da Educação  Rossieli Soares.

 

https://vivavoluntario.org/pt-BR

Voluntariado a distância: captar recursos para organizações

Não importa o tamanho da  ONG, com a internet é possível alcançar o público certo, de forma exponencial, e captar 24h/dia, de forma automatizada. Pensando nisso,  a Trackmob elaborou um  Guia, um eBook: Captação de Recursos Online para o Terceiro Setor.   Aqui inclusive voluntários podem otimizar as campanhas online e a alcançar novos potenciais doadores na internet. 

 

Ebook_captação_de_recursos_online trackMobaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaLIVRO

http://ong.trackmob.com.br/captacao-de-recursos-online-para-o-terceiro-setor

Plano de governo alinhado com os ODS

Publicação muito importante sobre as orientações de como poder contribuir para o alcance dos ODS e de um plano de governo alinhado com os ODS deve incluir:

Planos para fortalecer a parceria para o desenvolvimento sustentável entre todos os setores, que mobilizem e promovam o intercâmbio de capacidade técnica, tecnológica e de recursos financeiros, a fim de garantir o êxito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em todas as regiões.

Ações para continuar com o fortalecimento da Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ou instância similar em outros níveis de governo, para, entre outras atividades, aumentar a implementação de programas nacionais orientados a aplicá-los efetivamente.

Estratégias para fortalecer as trocas de conhecimento e a cooperação sul-sul e triangular que permitam fortalecer as estratégias para acelerar o cumprimento dos ODS.

Planos que garantam o aumento da renda nacional bruta e o financiamento do desenvolvimento.

Ações para promover o desenvolvimento de tecnologias ambientalmente adequadas e sua transferência, disseminação e difusão.

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Da publicação temo aqui um dos exemplos,  aqui o do Objetivo 17: Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável

Para o alcance da Agenda 2030 e do conjunto dos ODS, é crucial fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

A parceria deverá trabalhar com espírito de solidariedade, especialmente a favor das pessoas em situações de vulnerabilidade e exclusão, sem nenhuma discriminação de idade, sexo, deficiência, raça, etnia, origem, religião, situação econômica, orientação sexual e identidade de gênero, situação migratória ou outra condição.

Ademais, é importante facilitar uma intensa participação nacional para respaldar o cumprimento de todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e suas 169 metas, reunindo os governos, o setor privado, a sociedade civil, o Sistema das Nações Unidas e outras instâncias, e mobilizando

 

Articulando ODS e Planos de Governo final

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Articulando ODS e Planos de Governo final