Como transformar os projetos voluntários em ações mais eficientes por meio da metodologia Design Thinking

A  pode ser aplicada no desenvolvimento de projetos sociais. A Fundação Telefônica Vivo desenvolveu um guia  muito fácil, prático e dinâmico. Resultado de um trabalho com os voluntários do Programa de Voluntariado, Edgard Charles Stuber  e Instituto Fonte.

O Guia Design Thinking Aplicado em Projetos Sociais é uma publicação da Fundação Telefônica Vivo que estimula novas ideias nas ações de voluntariado por meio da metodologia de Design Thinking.

Focado no ser humano, o processo desafia os modelos mentais existentes ao priorizar a participação dos que de fato vivem o problema na construção das respostas. Trata-se de um método de trabalho não-linear desenvolvido em quatro grandes fases: exploração do problema; entendimento; geração de ideias e experimentação de soluções.

A publicação foi baseada em uma ação realizada na Liga Solidária de São Paulo em 2016 e é composta por um conteúdo teórico agregado ao prático, facilitando o entendimento de cada etapa e tornando a leitura mais agradável. No final do conteúdo, ainda estão disponíveis fichas de exercícios para testar os conceitos aprendidos e facilitar o desenho de cada projeto.

“Design Thinking aplicado em projetos sociais”.

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resultado da Atividade de Grupo do encontro 8 de fevereiro

Confira o resultado da Atividade dos grupo no encontro 8 de fevereiro, que abordou o tema: Voluntários: como atrair os “não convertidos“ ou “desengajados”

A atividade trouxe o desafio de escolher ferramentas eficientes, interessantes e estratégias, para a persuasão e  engajarmos para o voluntariado o “não convertido”; sejam eles:

  • desinteressado
  • desinformado
  • descrente
  • desconfiado
  • discordante
  • desocupado

 

 

resultado-da-atividade-do-grupo-de-estudos-de-voluntariado-empresarial-8-fevereiro-2017

Voluntários: como engajar os “não convertidos” apresentação 8 de fevereiro

Dia 8 de fevereiro aconteceu o encontro do grupo de Estudos de Voluntariado Empresarial com um tema bem provocativo e desafiador além de muito apropriado para um primeiro encontro de 2017: Voluntários: como engajar os “não convertidos”.

A palestra foi realizada por Jean Michel Gallo Soldatelli , da Santo caos, uma consultoria especializada em Engajamento e que vem desenvolvendo Pesquisa sobre Engajamento e Programas de Voluntariado Empresarial.

Compartilhamos os contatos do Jean e também sua apresentação: jean@santocaos.com.br

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Voluntariado no Currículo

Uma pesquisa da consultoria Deloitte, feita em 2013, mostrou que quatro em cada cinco diretores de recursos humanos prestam bastante atenção nas experiências adquiridas em trabalho voluntário na hora de contratar.

Escotismo no currículo!

Todo mundo passa por aquele momento que desiste de procurar algo na área em que se formou, seja por não ter se encontrado nessa profissão ou porque o mercado de trabalho não ajuda. Você acaba mandando seu currículo para toda proposta de emprego que tem em letras garrafais EXPERIÊNCIA NÃO EXIGIDA.

Acredito que os empregos que conquistei, nos últimos 8 anos trabalhando, 50% foram atingidos por causa daquele parágrafo de serviço voluntário e participação em Grupos Escoteiros.

Não porque as empresas estejam interessadas no meu nível de sobrevivência no caso de um apocalipse zumbi ou na construção de abrigos naturais mas porque a intenção do Escotismo é entregar para a sociedade uma pessoa prestativa.

Aqui vão algumas coisas que aprendi no Movimento Escoteiro e a importância de falar sobre o Escotismo no Currículo:

  •  Aprendi a trabalhar em equipe, assim como liderar e ser liderada;

Uma Tropa Escoteira não funciona sozinha! Dela dependemos dos jovens compromissados, das patrulhas ativas, dos chefes para a criação do plano de fundo da atividade. Ninguém monta o campo do acampamento ou cozinha sozinho. Se quiser comparar: Gestão de Projetos é bem parecida com o jeito Escoteiro de aprender.

  • Aprendi a honrar minhas palavras e cumpri-las;

Nunca consegui prometer algo que meu subconsciente soubesse que não faria, me deixava mal se eu me responsabilizasse com algo e não o fizesse. Eu aprendi a lidar com a comum falta de comprometimento e a me tornar – ainda como membro jovem – uma pessoa ética e que não vola atrás nas palavras.

  • Aprendi a abusar da minha criatividade, a criar todas possibilidades para situações inimagináveis;

Alguns dos jogos aplicados em atividades Escoteiras são para os jovens aprenderem a buscar formas inovadoras de resolver problemas. A barraca furou e está chovendo, o que fazer? Ou os jovens escolheram a temática Jogos Vorazes para o próximo desafio do Grupo e você, chefe, precisa programar uma atividade de um dia inteiro que contenha missões com percurso de Gilwell e nós.

  • Aprendi a ser legal e bondosa com todo mundo sem distinção, além de lutar contra injustiças;

Na maioria dos grupos existentes (seja Escoteiro ou de críticas literárias), não existea homogenia perfeita: crianças, jovens e adultos, de diferentes culturas e histórias fazem parte, tanto no Movimento Escoteiro quanto em uma empresa ou sala de aula. Ser legal e bondosa garante que a convivência entre os diferentes seres seja empática e harmoniosa. Aprendi a entender e praticar o meu melhor possível para melhorar o mundo em minha volta, a ser corajosa para enfrentar e resolver desafios, analisando as injustiças e atuando para resolvê-las na medida do que estiver ao meu alcance.

  • Aprendi a avaliar e definir metas, além de ser muito esforçada ;

Os Conselhos de Patrulhas e Corte de Honra existem para os jovens a definir suas metas tanto pessoais, quanto de equipe e depois realizar a sua auto avaliação assim como receber a avaliação dos demais. Empresas trabalham com metas, isso é fato, e só de lembrar que toda a Patrulha Pégasus queria conquistar a Especialidade de Babá Nível 3 e as 24 horas de serviço voluntário em uma creche do meu bairro faz lembrar como é correr atrás do que um grupo de amigas deseja alcançar juntas. Também aprendi a me virar sozinha porque nas atividades ou em acampamento não tinha pai nem mãe pra socorrer se alguma coisa que eu queria que fosse de um jeito, acontecesse de outra forma. E superei limitações que a vida inteira me foram privadas.


Quando fui fazer entrevista para trabalhar na loja Daiso, o Diretor da empresa ficou muito interessado no que aprendi no Escotismo pois ajudaria no meu dia a dia na loja como trabalhar em conjunto e ser simpática com os clientes, já que meu trabalho seria atendimento aos clientes, e não vendas, batalhando por comissões.

Mas se sua área é Contábeis, por exemplo, e você ajuda na contabilidade do Grupo Escoteiro é muito importante ressaltar isso na entrevista, mostrando que você vem exercendo o que aprendeu na faculdade. (Acreditem, em um Grupo Escoteiro tem áreas para todo tipo de voluntário: cozinheira, enfermeiro, contador, recursos humanos… )

Crie um espaço para Serviço Voluntário no seu Currículo e escreve sobre o Grupo Escoteiro que você pertence!

Esse é um post mais para quem faz parte do Movimento Escoteiro e Empresas mas aceite como uma dica da amiga Bela: independente da sua idade, faça serviço voluntário. É algo maravilhoso para sua alma e para quem você ajuda. 

Por  Isabela Carapinheiro

http://abelanaoafera.com.br/2017/01/escotismo-no-curriculo/

Pesquisa BISC e o cenário de investimentos sociais corporativos

O Relatório Completo da Pesquisa BISC : tema “Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, a pesquisa destaca pontos importantes sobre o cenário de investimentos sociais corporativos no Brasil. Ela também mostra que, contrariando a queda esperada para o período por conta da crise econômica, os investimentos se mantiveram no mesmo patamar dos anos anteriores, com valores em torno de 2,6 milhões de reais.

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Na página 38 os programas de voluntariado empresarial.

BISC/ Comunitas   Tel. (11) 3372.4313