Dia Nacional do Voluntariado: Vivas para 28 de agosto

No Brasil, o dia 28 de agosto de 1985, foi instituído como Dia Nacional Do Voluntariado por meio da Lei Nº. 7.352.

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Texto de Silvia Naccache publicado na Captamos celebra o Dia do Voluntariado no Brasil:

http://captamos.org.br/news/14193/dia-nacional-do-voluntariado-reconhecer-e-celebrar

 

Evento de comemoração do primeiro aniversário do Programa Nacional de Voluntariado – Viva Voluntário, criado para incentivar engajamento social e a participação em ações transformadoras para a sociedade. O projeto é uma iniciativa do governo federal em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), responsável pela secretaria-executiva do Viva Voluntário.

Duas lideranças e seis entidades serão homenageadas nesta terça-feira (28) na entrega do Prêmio Viva Voluntário, às 11h, no Palácio do Planalto. É a primeira edição do Prêmio Viva Voluntário, que será concedido anualmente a pessoas e organizações que se destacaram em ações de voluntariado no Brasil.

O prêmio faz parte do Programa Nacional de Voluntariado – Viva Voluntário, criado para incentivar engajamento social e a participação em ações transformadoras para a sociedade. O projeto é uma iniciativa do governo federal em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), responsável pela secretaria-executiva do Viva Voluntário.

O Viva Voluntário visa fomentar, fornecer ferramentas e instrumentos legais para aumentar participação em atividades voluntárias. O aumento da participação dos brasileiros nessas atividades faz parte da busca pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.

A primeira edição do Prêmio Viva Voluntário recebeu 294 inscrições de ações desenvolvidas em todo o país, em quatro categorias: Líder Voluntário, Voluntariado nas Organizações da Sociedade Civil, Voluntariado no Setor Público e Voluntariado Empresarial.

Plataforma do Viva Voluntário

Durante a cerimônia, será lançada a Plataforma Viva Voluntário. Ela funciona como uma rede social que reúne projetos de voluntariado e permite que as pessoas possam criar perfis e se engajar em atividades de instituições e organizações da sociedade civil.

O sistema informa, ainda, para quais ODS cada ação contribui. Visando ao incentivo à criação de atividades voluntárias, a plataforma promoverá também cursos para voluntários e organizações.

Cidades-piloto

No evento, serão anunciadas as cinco cidades-piloto que receberão equipes de mobilização para trabalhar com o mapeamento de organizações sociais, arrecadação de recursos, divulgação do programa e estímulo ao uso da plataforma. São elas: Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Salvador (BA), Brasília (DF) e Boa Vista (RR).

Resolução Conselho Nacional de Educação

Durante a cerimônia, será assinada pelo Ministro da Educação e pelo presidente da República a Resolução do Conselho Nacional de Educação que institui diretrizes da educação para o voluntariado na Educação Básica e Superior.

A Resolução visa promover o engajamento e a participação cidadã dos estudantes brasileiros em ações de voluntariado, bem como dar as diretrizes para que as escolas e universidades possam computar nos currículos acadêmicos as horas de trabalho voluntário dos alunos, fomentando a prática. Além disso, a diretriz busca promover a utilização dos espaços escolares e universitários para ações voluntárias.

Os premiados

Na categoria Líder Voluntário, receberão o prêmio Janir Gonçalves Leite, do coletivo de mulheres indígenas artesãs terena, da aldeia Tico Lipú de Aquidauana/MS; e Bruno Costa Lopes de Carvalho, do projeto Curumim Cultural de Samambaia/DF.

Na categoria Voluntariado nas Organizações da Sociedade Civil, venceram as entidades Centro Social da Rua, com o projeto Voluntários do Centro Social da Rua de Porto Alegre/RS, e a Amigos do Bem Instituição Nacional Contra a Fome e a Miséria, com a iniciativa 25 Anos de Voluntariado Amigos Do Bem que desenvolve ações de voluntariado em Alagoas, Pernambuco e Ceará.

O Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Osvaldo Cruz, receberá reconhecimento na categoria Voluntariado no Setor Público pelo trabalho do Núcleo de Apoio a Projetos Educacionais e Culturais (Napec) que promove o tratamento humanizado de pacientes internados no Rio de Janeiro. Outro vencedor desta categoria é a Companhia Paranaense de Energia (Copel) que desenvolve parcerias com instituições sociais através da chamada pública permanente para todo o estado do Paraná.

Na categoria voluntariado empresarial, se destacaram os programas de voluntariado da Fundação Telefônica-Vivo que tem atuação nacional envolvendo mais de 15 mil voluntários e da Fundação Cargill que tem atuação em 12 estados do Brasil.

Plataforma do Voluntariado: www.vivavoluntario.org

 

No dia 28 de agosto aconteceu o lançamento de mais uma plataforma nacional de Voluntariado com a missão também de  integrar instituições e cidadãos.

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http://transformabrasil.com.br/br/

 

Que todos unam esforços para a promoção de um voluntariado cidadão e solidário!

Vivas para o Voluntariado!

SUA PARTE

BISC e GIFE apontam: 3 bilhões de reais investidos pelas empresas no campo social

Empresas e fundações investiram mais de R$ 3 bilhões no campo social em 2016, revela BISC e GIFE

Volume, referente ao ano de 2016, foi calculado em conjunto pela Comunitas e o GIFE, responsáveis pelos mais importantes levantamentos nesta área no Brasil.

Exatamente R$ 3.791.318.863: esse foi o valor investido no campo social pelas empresas, fundações, associações e institutos brasileiros, em 2016. O total foi calculado a partir das últimas edições do BISC (Benchmarking do Investimento Social Corporativo) – pesquisa liderada pela Comunitas voltada para o aprimoramento dos investimentos sociais corporativos brasileiros, em parceria com o Censo GIFE (Grupo de Institutos Fundações e Empresas) – associação dos investidores sociais no Brasil. O montante representa o investimento das 268 empresas e 18 institutos que integram o BISC e as 116 organizações associadas ao GIFE. Para chegar ao resultado, as duas organizações combinaram os dados e trabalharam com uma metodologia especial, voltada a evitar duplicidades

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5 dúvidas sobre investimento social corporativo

Com o investimento social corporativo, as empresas assumem o compromisso e sua parcela de responsabilidade no desenvolvimento social e econômico do Brasil.

#1 Investimento social corporativo é a mesma coisa que caridade?

Não, existe uma fronteira que separa a filantropia e os investimentos sociais privados. Filantropia consiste na prática de ações isoladas, com sentimentos de caridade e altruístas. Nos investimentos sociais privados as aplicações são realizadas de forma planejada, estruturada e, cada vez mais, alinhada aos negócios. Segundo a pesquisa BISC 2017, que celebrou os 10 anos da publicação, é unanimidade entre os executivos sociais de que antigamente a filantropia estava muito presente na atuação da empresa, porém, de lá para cá, ocorreu uma guinada na direção de uma atuação mais estruturada e transformadora, de médio e longo prazos, caracterizando-se como investimentos sociais.

#2 As empresas brasileiras somente investem dinheiro em projetos sociais de vez em quando?

Os investimentos sociais das empresas brasileiras estão consolidados. Ainda de acordo com o BISC, apesar das oscilações econômicas, as empresas mantiveram um padrão de investimentos compatível com os internacionais. A média anual dos valores investidos pelo grupo BISC, no período de 2007-2011, foi de R$ 2,3 bilhões; nos últimos cinco anos essa média subiu para R$ 2,8 bilhões/ano. E mais: o esforço empreendido pelas empresas para preservar os investimentos sociais numa conjuntura adversa se reflete na parcela do lucro líquido destinado aos projetos sociais: em 2016 a mediana dos percentuais foi de 2,13%, um padrão próximo ao observado em 2014.

#3 As empresas só investem socialmente porque ganham isenção fiscal?

Os incentivos fiscais são importantes, porém não constituem a principal fonte de financiamento. De acordo com o BISC 2017, dados confirmam que os investimentos sociais no Brasil são financiados basicamente por recursos próprios. Merece destaque os resultados dos dois últimos anos: os incentivos ficaram um pouco abaixo de 20% do total investido pelo grupo BISC. Em 2016 o valor dos incentivos fiscais utilizados foi da ordem de R$ 458 milhões, o que em valores absolutos corresponde a uma redução de 14% em relação aos valores captados no ano anterior.

#4 É ruim alinhar os investimentos sociais ao negócio da empresa?

As empresas estão percebendo que não. O processo de alinhamento dos investimentos sociais aos negócios vem ocorrendo de forma acelerada nos últimos anos: 75% das empresas declaram ter destinado, em 2016, mais da metade dos seus investimentos para projetos sociais alinhados aos negócios – em 2013 esse percentual era de 50%. A partir da experiência adquirida nos últimos anos, as empresas estão mais otimistas em relação às vantagens que o alinhamento dos investimentos sociais pode trazer. Hoje, a maioria absoluta delas concorda totalmente com a afirmação de que a aproximação com as áreas de negócios amplia, por exemplo, a adesão interna e isso é essencial para o sucesso dos investimentos sociais.

#5 Os investimentos sociais privados não podem estar alinhados às políticas públicas?

Vamos lá: Ainda segundo o último relatório BISC, os benefícios das relações público-privadas no campo social superam as expectativas. Comparando os motivos que mobilizavam as parcerias público-privadas em 2010, com os benefícios percebidos em 2016, observa-se que esse trabalho conjunto superou as expectativas. Atualmente, por exemplo, dois terços das empresas consideram que a aproximação com as políticas públicas amplia a visibilidade dos seus investimentos sociais e melhoram a sua qualidade. Anos atrás, poucas delas apostavam nessas vantagens. Lideranças da iniciativa privada, assumiram o compromisso de gerar impacto sistêmico a partir da qualificação dos investimentos sociais corporativos e da atuação em parcerias com administrações municipais. (Programa Juntos da Comunitas).

http://www.comunitas.org/portal/empresas-e-fundacoes-investiram-mais-de-r-3-bilhoes-no-campo-social-em-2016-revela-bisc-e-gife/    

Além disso, cresceu entre as empresas a percepção de que os programas de voluntariado são muito bem-sucedidos e amadureceu o entendimento de que os colaboradores e as empresas se beneficiam dos programas de voluntariado. Hoje, 100% das empresas consideram que eles contribuem para a melhoria nas relações com as comunidades; em 2012, esse percentual era de 81%. Por outro lado, 100% discorda totalmente da afirmação de que o trabalho voluntário “não traz benefícios para os colaboradores” – esse percentual era de 74%.

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http://www.comunitas.org/portal/bisc-participa-de-encontro-sobre-alinhamento-do-investimento-social-corporativo-e-voluntariado-empresarial/

Mapa e Perfil das OSCs do Brasil atualizado: ainda faltam dados do Voluntariado

No Mapa das Organizações da Sociedade Civil são hoje 820 mil organizações da sociedade civil (OSCs) mapeadas no país. O Mapa contempla também as informações sobre recursos públicos transferidos, vínculos de trabalho, entre outras.  Em relação ao capítulo de MERCADO FORMAL DE TRABALHO DAS OSCs onde analisam-se dados sobre o mercado formal de trabalho nas organizações da sociedade civil (OSCs) a partir de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) Ampliada (Ipea, 2018). Para isto foram utilizados dois grupos: os vínculos empregatícios e o pessoal ocupado. Não há dados disponíveis na Rais sobre os trabalhadores voluntários,* razão pela qual estão excluídos desta análise. Espera-se que o voluntariado constitua uma fração relevante da força de trabalho nas OSCs, e, por isso, os números apresentados subestimam o número total de pessoas que efetivamente atuam em ações associadas às OSCs.

*Menciona-se o esforço do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de coletar dados sobre trabalho voluntário na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). O Brasil faz parte de um grupo de países que se comprometeu a mensurar regularmente a extensão do trabalho voluntário e a contribuição econômica que esta prática traz para a produção da riqueza nacional perante a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que lançou o Manual on the Measurement of Volunteer Work (Manual de Mensuração do Trabalho Voluntário) em 2011 (ILO, 2011). O Conselho Federal de Contabilidade (CFC), nas suas atribuições, por meio da Resolução CFC no 1.409/2012, aprovou a norma ITG 2002, alterada e consolidada em 21 de agosto de 2015 como ITG 2002 (R1), que estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação, de reconhecimento das transações e variações patrimoniais, de estruturação das demonstrações contábeis e as informações mínimas a serem divulgadas em notas explicativas de entidade sem finalidade de lucros. No item 19 dispõe que o trabalho voluntário, inclusive de membros integrantes dos órgãos da administração, no exercício de suas funções, deve ser reconhecido pelo valor justo da prestação do serviço como se tivesse ocorrido o desembolso financeiro. Esta é uma agenda relevante para ser levada adiante como próximos passos, inclusive pelo reconhecimento do valor do trabalho voluntário pela OIT e nos demonstrativos contábeis pelo CFC, além de lei específica que trata do voluntariado (Lei no 9.608/1998). A versão atual da norma do CFC está disponível em “normas específicas” no link: <https://goo.gl/8yxrNm&gt;, e do Manual de Mensuração do Trabalho Voluntário no link: <https://goo.gl/3ySTqf&gt;.

Uma agenda  complementar é necessária e virá identificar o tamanho do voluntariado que trabalha em OSCs, que permitiria estimar, ao lado das informações sobre doações, a disposição da sociedade brasileira para colaborar com as OSCs e engajar-se, direta ou indiretamente, em atividades que aquelas desempenham.

https://mapaosc.ipea.gov.br/publicacao.html

PERFIL DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL

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Encontro 8 de agosto: mulher em foco

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Um panorama dos desafios da mulher no Brasil e os Programas de Voluntariado com estratégia para trabalhar no ambiente corporativo a igualdade de gênero e não violência.

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apresentação GRUPO DE ESTUDOS 8 de agosto 2018

Apresentação Mafoane

Grupo de Estudos Voluntariado – Mafoane Odara

Atividade em Grupo: Jogo utilizado no Programa de Voluntariado do Instituto Avon( Voluntários e jovens do ensino médio de Escolas Públicas), “No Lugar Dela” sobre Violência Contra Mulher;

Videos da Campanha Quando existe Voz:

Violência Moral

https://www.youtube.com/watch?v=bLrO_y6w0mg

Violência Psicológica

https://www.youtube.com/watch?v=DxygpOJ7RCU

Violência Patrimonial

https://www.youtube.com/watch?v=PUP3mcUdzGI

Violência Sexual

https://www.youtube.com/watch?v=3xqX6ckwjgg

 

Violência Física

https://www.youtube.com/watch?v=cppuneZs8ns

 

 

 

 

 

 

 

 

Não por acaso escolhemos este tema para ser abordado e discutido em agosto e na semana que se comemora os 12 anos da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), doze anos de proteção ampliada, mais denúncias e mais conscientização. As leis,  Maria da Penha – sancionada em 7 de agosto de 2006 e reforçada em 2015 pela do Feminicídio (Lei 13.104/2015) representam avanços no combate à violência doméstica e de gênero. Em 4 de abril de 2018,  foi sancionada a Lei 13.641/2018,  que complementa  a Lei Maria da Penha  com mais punições a agressores e medidas  protetivas.

CARTAZ