Encontro 12 de abril: “Desenvolvendo a cooperação entre voluntários”

 

“Quando compartilhamos um problema, uma pergunta, uma inquietação em comum, aí nasce um ambiente de cooperação”.17904498_1462704213748167_7652654430114184428_n O segundo encontro do GEVE em 2017 teve como tema “Desenvolvendo a cooperação entre voluntários” e ajudou os participantes a terem novas perspectivas sobre o assunto. Nosso agadecimento a Cambises Bistricky e Renato Milsoni, da consultoria Projeto Cooperação, por proporcionarem uma manhã de intenso aprendizado.

 

Estas foram as questões e também algumas dicas e soluções que construirmos nessa manhã de colaboração e cooperação:

Como promover a Cooperação entre funcionários e as organizações onde realizam o voluntariado de maneira a reter voluntários?

Alinhar os valores da empresa com os valores das organizações escolhidas.

Ouvir os propósitos e valores que os funcionários acreditam

Como a colaboração pode contribuir para transformar os programas de voluntariado?

A cooperação e colaboração devem estar em todo o ambiente corporativo e traze-la para o programa certamente irá fortalece-lo e dar um sentido ainda maior para as ações de voluntariado.  Alinhamento com o RH será fundamental.

Como o programa de voluntariado pode conectar os pilares: clima – negócio – engajamento? 

parceria com a área de recursos humanos

Clareza dos valores da empresa

Estruturar o programa com ferramentas de avaliação e resultado

Investir na comunicação do programa

Olhar para o programa não como algo desconectado, mas sim como parte da empresa, e parte também bastante importante.

Como mostrar para a alta direção e para funcionários a relevância do programa de voluntariado? 

Trabalho em conjunto com as áreas da empresa

Alinhamento de propósitos e valores

Resultados

Como a cooperação pode contribuir para o alcance de resultados  ( empresa-funcionário-sociedade) dentro de um programa de voluntariado?

Campanhas de sensibilização e engajamento com excelente comunicação

Promover ações baseadas em ferramentas colaborativas e não competitivas

Como fazer o voluntariado ser uma força real transformadora para a comunidade em que a empresa está atuando? 

Voluntariado como cultura – tem que acontecer de dentro para fora.

Criar parcerias  para ganhar mais alcance e força

Ouvir as necessidades e desejos dos públicos envolvidos- se não fizer sentido não haverá engajamento genuíno

Mostrar, exibir e garantir  as “contrapartidas”  ou melhor os benefícios para todos os envolvidos.

Depois do engajamento, como manter a chama acesa? Que ferramentas posso usar para manter, reter voluntários com comprometimento? 

Identificar os reais interesses dos funcionários

Oferecer opções mais variadas

Ouvir necessidades, diagnosticar demandas e promover conexões

Criar e manter o relacionamento entre funcionário-empresa- organização com comunicação, eventos reconhecimento e devolutiva de resultados

Transparência:  não pode haver diferença entre os valores do discurso e o que realmente acontece e aqui a cooperação como estratégia fará toda a diferença porque gera confiança

Nosso percurso deste dia: 

  1. Transito  veracidade,aperto de mão,  olho no olho, abraço, ponta do nariz   COM- TATO 
  2.  Paquera: Formar duplas e fazer pedidos   COM -TATO E ESCUTA 
  3. Jogo só de perguntas: o que queremos saber juntos  INQUIETAÇÕES 
  4. Campeonato de par ou impar e número mágico: transformar da competição para a cooperação  FORTALECER PARCERIAS E ALIANÇAS 
  5. Soluções cooperativas: retomar as perguntas com soluções  SOLUÇÕES COMO-UNS 
  6. Criar projetos: levar para o dia a dia  PROJETOS DE COOPERAÇÃO
  7. CELEBRAR 

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Projeto Cooperação

Cambises Bistricky   cambises@projetocooperacao.com.br

Renato Milsoni    renato@projetocooperacao.com.br

http://www.projetocooperacao.com.br

 

Dois artigos interessantes: Voluntariado dá saúde

Voluntários têm mais saúde e arranjam melhores empregos

ttp://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-03-20-Voluntarios-tem-mais-saude-e-arranjam-melhores-empregos

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Quem faz voluntariado tem tanta saúde como alguém cinco anos mais novo e consegue encontrar melhores empregos. Portugal foi um dos 29 países que participou neste novo estudo

Mesmo considerando outros determinantes de saúde, como o género, a idade, o nível de educação, o estatuto de migrante, o país de origem ou a crença religiosa, o grupo de investigadores da Universidade de Gante, na Bélgica, verificou que os voluntários têm significativamente mais saúde do que os não-voluntários. Na verdade, têm tanta saúde como alguém cinco anos mais novo e consegue encontrar melhores empregos. Esta é uma das conclusões de um novo estudo, que analisou dados de mais de 40 mil pessoas, espalhadas por 29 países europeus, incluindo Portugal.

Esta relação poderá estar associada indiretamente, segundo explicam, ao salário que os voluntários recebem, já que os dados também revelaram que estes têm um salário mais alto do que os não voluntários.

“Este resultado corrobora investigações anteriores, que mostram que ter atividades de voluntariado no currículo traz maiores oportunidades de emprego, especialmente para os não-nativos”, referiu Stijn Baert, um dos autores do estudo publicado, este mês, na revista Plos One.

Para além desta, os investigadores ainda apresentam três outras explicações possíveis para esta relação positiva entre o voluntariado e um melhor estado de saúde. A primeira diz que o voluntariado pode melhorar o acesso a recursos psicológicos (como a autoestima) e sociais (como a integração social e acesso a informação), tendo ambas um impacto positivo na saúde.

A segunda explicação sugere que o voluntariado, ao melhorar a atividade física e cognitiva, pode proteger as pessoas do declínio funcional e da demência quando forem mais velhas. A última hipótese apresentada pelos autores do estudo associa esta relação a uma descoberta neurocientífica, que revela que o voluntariado liberta hormonas como a ocitocina e a progesterona, ambas capazes de regular o stress e a inflamação.

 

Voluntários têm mais saúde e arranjam melhores empregos

http://www.destak.pt/artigo/296581-voluntariado-da-saude

 

19 | 03 | 2017   12.18H

O voluntariado dá saúde, garante um estudo feito com europeus, alguns dos quais portugueses.

Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

O voluntariado dá saúde. Duvida? Então o melhor é olhar para um estudo da Universidade de Ghent, na Bélgica, que analisou dados referentes a 40 mil cidadãos europeus, portugueses incluídos, e concluiu que não só dá saúde, como está associado a um melhor emprego.

Publicado na revista científica PLOS ONE, o estudo confirmou que os aqueles que praticavam voluntariado são tão saudáveis como os não-voluntários cinco anos mais jovens. Aqui, foram tidos em conta outros determinantes da saúde, como o sexo, idade, escolaridade, religião e país de origem. E não restam dúvidas que o estado de saúde dos voluntários é melhor do que o dos restantes.

«Esta associação [entre voluntariado e saúde] é comparável, na sua dimensão, aos ganhos para a saúde conseguidos pelo facto de se ser do sexo masculino, cinco anos mais jovem ou nativo de um país, por oposição aos migrantes», explica Jens Detollenaere, um dos responsáveis pelo trabalho.

Um olhar mais atento permitiu verificar que os voluntários, apresentavam rendimentos mais altos. «Uma descoberta que vai ao encontro de estudos anteriores, que concluíram o mesmo e mostram que as atividades de voluntariado presentes nos currículos geram mais oportunidades de trabalho», esclarece outros investigador.

Mas há outras explicações que justificam o acréscimo de saúde. «Primeiro, o voluntariado pode melhorar o acesso a recursos psicológicos (autoestima ou maior eficácia) e a recursos sociais (integração social e acesso a mais apoio e informação), que têm um efeito positivo na saúde», refere a professora Sara Willem. «Em segundo lugar, o voluntariado aumenta a atividade física e cognitiva, que protege contra o declínio funcional e a demência.

Finalmente, as neurociências associam o voluntariado à libertação de hormonas como a oxitocina e progesterona, que têm a capacidade de regular o stress e a inflamação.»

Além do Bem

No final de 2016, a consultoria de engajamento Santo Caos (que esteve presente em nosso último encontro) realizou um estudo que aborda as principais motivações, percepções e opiniões de diversos públicos em relação ao Voluntariado, além da sua influência no engajamento de funcionários com as empresas em que trabalham. Os resultados desta pesquisa serão apresentados em um evento que acontecerá no dia 24 de março, em São Paulo. Acesse o link em nosso blog e increva-se: http://migre.me/wf8B7
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